Este mundo
em que as vontades se envergam como galhos das arvores pós-tempestade, consome qualquer habitante! Mundo aclive em que eu pelo menos rolo abismos e sempre caio de onde estive! Mundo ardido de fogueiras... e o coração pobre coitado fatalmente fulminado. Pergunto-me por que não passa logo uma nave e me tira da ilusão-entrave;
Melhor é ser abduzida.
Aguardo um extraterrestre,
ou um intra terrestre, sei lá,
que de mim se enterneça
e aperte os eixos da minha cabeça.
Ou então,
regule as hélices da minha vida,
para eu funcionar sem mais esta fadiga
de viver neste planeta.